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três cartas.

ilusão. encontro. satisfação. um passado de amores confusos e confundidos. de poesias que, de tão vazias, se encaixaram em qualquer um. presente forte e antigo, reencontro de um nós que nunca existiu nessa existencia – e talvez nem exista. talvez. … Continue reading

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Bolha de sabão

Eu queria ter nascido Bolha de sabão Dessas feitas de vento forte E vazio gigante Que acaba parada no ar Ou uma de sopro infantil De tamanho pequeno E voa ligeiro Fugindo e brincando Com outras mil Tem ainda aquelas … Continue reading

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Mania de dissecar palavras

Eu tenho mania De dissecar palavras Sento à mesa Ponho o óculos Afio e firmo a pena   Pronta.   A primeira Infla no peito Salta na boca CORAÇÃO   Cravo a ponta-bisturi Na vontade de rasgar o que me … Continue reading

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Minha palavra é suja de sangue Mas não desse sangue limpo Vermelho De veia furada a todo vapor   É sangue que acumula Que hiberna E é expelido na falta De ser fecundado   Meu verso é aborto Morre na … Continue reading

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O cigarro

Estava ainda Aceso   Quando você Me jogou No chão   E nem Fez questão De pisar

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Quando você chegou 

Com as suas cicatrizes Pensei comigo Nunca vi um homem Com tantas cicatrizes   Pensei até Nunca vi ninguém Com tantas cicatrizes Mas você se apresentou E me apresentou Cada uma delas   A primeira foi de briga Uma dessas … Continue reading

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A gente devia

é ser poesia Devia morar no mesmo verso A gente devia ser soneto   Mas palavra distante Não rima   A gente devia é ser parente De comer todo domingo junto A gente devia é ser primo   Mas nosso … Continue reading

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